terça-feira, 3 de dezembro de 2013

INSPIRADO NO BB PREAMP, COM VOCÊS, BABE, O NOVO FILHOTE.

A pedido de um amigo, montei um pedal inspirado no BB Preamp, que dizem ser muito bom. EU mesmo não o conhecia, mas depois que vi uns vídeos na internet achei que seria mesmo interessante o som dele.

Fucei até encontrar um layout que parecesse decente. Escolhi o da Madbean e cai dentro.

Tudo transcorreu sem sustos, exceto, claro, por um ou outro componente que tive que fabricar. Mas tudo ficou dentro das regras e dos conformes...

Fotinhos dele a seguir:





sábado, 30 de novembro de 2013

TEMPLATE DE FURAÇÃO PARA A 1590B, 6 POTENCIÔMETROS.

Para atender a quem me pediu, estou colocando uma imagem em JPG da furação para 6 botões na 1590B.


QUER PODREIRA? TEM AQUI. QUER SUSTAIN QUASE INFINITO? TEM AQUI. QUER UMA VARIAÇÃO DE TIMBRES DO SUAVE AO TRASH? AQUI TAMBEM. OVERDRIVE PRO AMZ. SURPREENDENTE!

São seis botões de controle, num projeto de overdrive High Gain do competente Jack Orman. Dá pra tirar aquele som sujo, podrão, ideal pros death metal; também pode ser um timbre encorpado, metálico, com muito sustain, bacana pro heavy metal; ainda um overdrive beirando a distorção, sem embolar as notas, ideal prum rock clássico, podendo chegar a um overdrive sedoso, fundamental para um rock-blues bem profundo.

Mas como o Jack conseguiu isso? Seguinte: ele juntou o estágio de ganho do MUFFER; com o estagio de ganho do RAT; com o buffer de saída do Tube Screamer 808 e o controle de Tone do amplificador Fender Pro Roc. Esse frankestein criou vida e demonstrou muita capacidade de estar nos pedalboards mais exigentes.

Belo pedal!

Adiante algumas fostos da preparação e do produto final. Ainda não foi dado como terminado porque estão faltando os knobs definitivos (mini). Provisoriamente coloquei alguns que eu tinha aqui para uma emergência como esta.





ATUALIZANDO >>>

Troquei os knobs. Ficou assim:





MAIS UMA DIABLESA. PERFEITA COMO SEMPRE.

Quando montei meu primeiro clone do Okko Diablo, um amigo meu experimentou e gostou. Melhor dizendo, se apaixonou e ficou me cercando para que fizesse um igual para ele. Como em outra situações parecidas, preferi que ele ficasse logo com o pedal e depois fazer outro pra mim.

Passou bastante tempo e a hora chegou. Decidi que ja era tempo de matar a saudade da diabinha e me preparei para montar outra La Diablesa.

Como e um pedal bem complexo, ate pensei que não conseguiria reproduzir exatamente o mesmo pedal que tinha feito antes. Pura insegurança... Ficou muito legal. Na verdade um pouco melhor, mas não por causa de diferença na montagem, mas porque consegui timbrar com mai calma, ajustando os cinco (CINCO) trimpots que ele tem internamente. O resultado foi magnífico.

E o que aconteceu? O mesmo amigo que tinha ficado com a primeira Diablesa, quando ouviu o novo timbre que eu tinha conseguido, me pediu para fazer o mesmo com o dele. Seja feita a vontade do freguês...

Imagens da nova Diablesa. As diferenças são que a caixa não está pintada de vermelho e eu usei um adesivo transparente, que sobre o alumínio polido parece uma pintura cintilante. Só isso.



sábado, 16 de novembro de 2013

VERSÃO DA MADBEAN PARA O FUZZ DOS MUTANTES




Um tanto orgulhoso de um pedal assinado por brasileiro fazer a cabeça do universum, achei que já tinha passado da hora de construir um. O projeto que o Cláudio César Dias Baptista fez pro irmão, o Sergio, dos Mutantes, rodou mundo e acabou merecendo um layout do Madbean. Resolvi montar e montei. Ficou muito maneiro, um timbre bem bacana, mesmo eu não gostando muito de fuzz.
Aí resolvi ir mais além, e tentar enfiar tudo dentro de uma mini caixinha 1590A de alumínio. Pois não é que o bicho pegou? Consegui fazer caber, mas muito apertado, e quando fecho a caixa ele passa a ter um ruído de rádio de ondas curtas fora da estação quando se coloca o volume no máximo. Até a metade do volume tudo bem, nenhum ronquinho. Depois disso, apitos...

Enfim, vamos ver o que é que está acontecendo. Palpiteiros de plantão, habilitem-se!




sábado, 2 de novembro de 2013

RIOT, VERSÃO MELHOR QUE O UPROAR.




Eu já havia feito comentários sobre a montagem que fiz de uma versão diferente do Suhr Riot (quer dizer, diferente da UpRoar do Madbean, que infelizmente dá muito chabú). Muitas pessoas têm me pedido para publicar esse layout que eu achei, então, atendendo a pedidos, aí vai:




Detalhes muito importantes são: D6 e D7 são Zeners de 51V mesmo. Não é 5V1, é 51V, por mais estranho que pareça. O outro detalhe importantíssimo é que a chave para o CLIP tem que ser mesmo uma DPDT de alavanca (com seis terminais) e do tipo ON-ON-ON. Não serve outro tipo, tem que ser ON-ON-ON.

De resto é só seguir o padrão de fiação que vc preferir para a chave 3PDT e correr pro abraço.

Inté!





sábado, 12 de outubro de 2013

TRIX QUENTINHO, SAINDO DO FORNO!

Há dias eu postei um projeto que estava desenvolvendo, para unir numa única peça três pedais diferentes: um delay, um booster e um overdrive. Não foi ideia minha. Foi um pedido feito por um cliente meu muito especial, o guitarrista Léo Tavares, da banda harmônica, que também é luthier e professor de música (ele é músico mesmo, graduado na UFRJ, e dá aulas de guitarra, violão e baixo). Ele já tinha um delay que eu fiz (um Pusslay, baseado no Rebote 2.5) e um overdrive (o Serena, baseado no DOD Malmsteen 308) e gosta muito dos dois, usando em seus shows e gravações. Acrescentei o BUSTO, um booster baseado no EPB, adaptado para dois controles.

Só que ele gosta de coisas práticas e me perguntou se não teria como unir os pedais numa única caixa, de modo que ele só precisasse carregar uma peça quando fosse pro estúdio. Além disso, queria que o Pusslay tivesse apenas o controle de Level disponível, deixando o Repeat e o Speed internos, assim ele timbraria uma única vez. Praticidade é tudo.

Feito o desafio, parti para a execução e hoje eu terminei. Até eu me surpreendi de como ficou legal. Não teve nenhuma alteração nos timbres originais de cada pedal, os true-by-passes funcionaram muito bem. Enfim, ficou muito bacana. O Leo ainda não viu, mas tenho certeza que vai gostar. E aqui vão as fotos da belezinha em primeira mão.

Ah, a arte eu mantive a que tinha no Pusslay dele, que é uma série de fotos de xanas. Não é uma ideia tão original assim, pois se baseou numa obra de arte (escultura) que fez muito sucesso nas galerias do mundo inteiro no ano passado. Não me lembro agora do nome do artista. Mas ele fez moldes de mais de 400 bucetas de voluntárias anônimas para compor vários painéis em gesso. Ficou muito legal e eu resolvi aproveitar a ideia pro delay. Só que em vez de usar a imagem da obra dele, fiz eu mesmo uma imagem de várias vaginas em preto-e-branco, para representar o delay. Afinal, o delay nada mais é que um pedal de repetições, e as repetições de várias fotos de bucetas tem tudo a ver com ele. "- E por que bucetas?", perguntarão os mais puritanos. Ora, porque é muito mais legal do que fotos de bananas, laptops ou carrinhos de rolimãs...

Com vocês, o TRIX!