sábado, 16 de novembro de 2013
VERSÃO DA MADBEAN PARA O FUZZ DOS MUTANTES
Um tanto orgulhoso de um pedal assinado por brasileiro fazer a cabeça do universum, achei que já tinha passado da hora de construir um. O projeto que o Cláudio César Dias Baptista fez pro irmão, o Sergio, dos Mutantes, rodou mundo e acabou merecendo um layout do Madbean. Resolvi montar e montei. Ficou muito maneiro, um timbre bem bacana, mesmo eu não gostando muito de fuzz.
Aí resolvi ir mais além, e tentar enfiar tudo dentro de uma mini caixinha 1590A de alumínio. Pois não é que o bicho pegou? Consegui fazer caber, mas muito apertado, e quando fecho a caixa ele passa a ter um ruído de rádio de ondas curtas fora da estação quando se coloca o volume no máximo. Até a metade do volume tudo bem, nenhum ronquinho. Depois disso, apitos...
Enfim, vamos ver o que é que está acontecendo. Palpiteiros de plantão, habilitem-se!
sábado, 2 de novembro de 2013
RIOT, VERSÃO MELHOR QUE O UPROAR.
Eu já havia feito comentários sobre a montagem que fiz de uma versão diferente do Suhr Riot (quer dizer, diferente da UpRoar do Madbean, que infelizmente dá muito chabú). Muitas pessoas têm me pedido para publicar esse layout que eu achei, então, atendendo a pedidos, aí vai:
Detalhes muito importantes são: D6 e D7 são Zeners de 51V mesmo. Não é 5V1, é 51V, por mais estranho que pareça. O outro detalhe importantíssimo é que a chave para o CLIP tem que ser mesmo uma DPDT de alavanca (com seis terminais) e do tipo ON-ON-ON. Não serve outro tipo, tem que ser ON-ON-ON.
De resto é só seguir o padrão de fiação que vc preferir para a chave 3PDT e correr pro abraço.
Inté!
sábado, 12 de outubro de 2013
TRIX QUENTINHO, SAINDO DO FORNO!
Há dias eu postei um projeto que estava desenvolvendo, para unir numa única peça três pedais diferentes: um delay, um booster e um overdrive. Não foi ideia minha. Foi um pedido feito por um cliente meu muito especial, o guitarrista Léo Tavares, da banda harmônica, que também é luthier e professor de música (ele é músico mesmo, graduado na UFRJ, e dá aulas de guitarra, violão e baixo). Ele já tinha um delay que eu fiz (um Pusslay, baseado no Rebote 2.5) e um overdrive (o Serena, baseado no DOD Malmsteen 308) e gosta muito dos dois, usando em seus shows e gravações. Acrescentei o BUSTO, um booster baseado no EPB, adaptado para dois controles.
Só que ele gosta de coisas práticas e me perguntou se não teria como unir os pedais numa única caixa, de modo que ele só precisasse carregar uma peça quando fosse pro estúdio. Além disso, queria que o Pusslay tivesse apenas o controle de Level disponível, deixando o Repeat e o Speed internos, assim ele timbraria uma única vez. Praticidade é tudo.
Feito o desafio, parti para a execução e hoje eu terminei. Até eu me surpreendi de como ficou legal. Não teve nenhuma alteração nos timbres originais de cada pedal, os true-by-passes funcionaram muito bem. Enfim, ficou muito bacana. O Leo ainda não viu, mas tenho certeza que vai gostar. E aqui vão as fotos da belezinha em primeira mão.
Ah, a arte eu mantive a que tinha no Pusslay dele, que é uma série de fotos de xanas. Não é uma ideia tão original assim, pois se baseou numa obra de arte (escultura) que fez muito sucesso nas galerias do mundo inteiro no ano passado. Não me lembro agora do nome do artista. Mas ele fez moldes de mais de 400 bucetas de voluntárias anônimas para compor vários painéis em gesso. Ficou muito legal e eu resolvi aproveitar a ideia pro delay. Só que em vez de usar a imagem da obra dele, fiz eu mesmo uma imagem de várias vaginas em preto-e-branco, para representar o delay. Afinal, o delay nada mais é que um pedal de repetições, e as repetições de várias fotos de bucetas tem tudo a ver com ele. "- E por que bucetas?", perguntarão os mais puritanos. Ora, porque é muito mais legal do que fotos de bananas, laptops ou carrinhos de rolimãs...
Com vocês, o TRIX!
Só que ele gosta de coisas práticas e me perguntou se não teria como unir os pedais numa única caixa, de modo que ele só precisasse carregar uma peça quando fosse pro estúdio. Além disso, queria que o Pusslay tivesse apenas o controle de Level disponível, deixando o Repeat e o Speed internos, assim ele timbraria uma única vez. Praticidade é tudo.
Feito o desafio, parti para a execução e hoje eu terminei. Até eu me surpreendi de como ficou legal. Não teve nenhuma alteração nos timbres originais de cada pedal, os true-by-passes funcionaram muito bem. Enfim, ficou muito bacana. O Leo ainda não viu, mas tenho certeza que vai gostar. E aqui vão as fotos da belezinha em primeira mão.
Ah, a arte eu mantive a que tinha no Pusslay dele, que é uma série de fotos de xanas. Não é uma ideia tão original assim, pois se baseou numa obra de arte (escultura) que fez muito sucesso nas galerias do mundo inteiro no ano passado. Não me lembro agora do nome do artista. Mas ele fez moldes de mais de 400 bucetas de voluntárias anônimas para compor vários painéis em gesso. Ficou muito legal e eu resolvi aproveitar a ideia pro delay. Só que em vez de usar a imagem da obra dele, fiz eu mesmo uma imagem de várias vaginas em preto-e-branco, para representar o delay. Afinal, o delay nada mais é que um pedal de repetições, e as repetições de várias fotos de bucetas tem tudo a ver com ele. "- E por que bucetas?", perguntarão os mais puritanos. Ora, porque é muito mais legal do que fotos de bananas, laptops ou carrinhos de rolimãs...
Com vocês, o TRIX!
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
SUHR RIOT, PERDI A PACIÊNCIA COM O TAL DO LED AZUL. RADICALIZEI! AGORA TÔ FELIZ.
Há um tempo eu montei o projeto do UPROAR 2, da Madbean, que é baseado no Suhr Riot. Cheguei a comparar o resultado com o pedal original de um amigo meu, e conseguimos um timbre bastante parecido, só que para isso os botões não ficavam nas mesma posições, entendeu? Por exemplo, para obter o timbre do Suhr Riot original, com os três botões nas posições de 12 horas, o UPROAR tinha que estar com o volume em 3 horas, o tone em duas e ganho em uma hora (claro que estou chutando agora, pois não me lembro exatamente das posições). O fato é que chegávamos a equilibrar os sons produzidos pelos dois, mas não era exatamente a mesma coisa.
Internamente uma coisa me incomodava: a clipagem que o UPROAR se propunha a clonar, feita com um Led Azul, era estranha. O led nunca piscava quando acionado e o som não tinha muita diferença. Tá certo que ninguém até hoje conseguiu fazer um clone exato do Riot, porque a Suhr não revela seus segredos, e ele é construído usandoo uma placa sanduíche, o que impossibilita fazer uma cópia do projeto. Tampouco o esquemático está disponível. O que se sabe desse pedal é basicamente o que está visível na placa, como por exemplo, que ele usa os CIs 4580; que ele usa diodos de 51V, e outras coisinhas.
Daí há muitas discussões, principalmente apostando que o segredo do led azul piscante está justamente no uso dos diodos zener de 51V (ou 51Y) e de uma chave de alavanca para selecionar as clipagens do tipo DPDT on-on-on. No caso do projeto do UPROAR os diodos zener são os genéricos 1N914 e a chave de alavanca é do tipo SPDT on-off-on. Porém há os céticos que dizem que se o circuito é todo de 9V que sentido teria usar um diodo zener de 51V (lembrando que a função desse componente é regular o limite de passagem da tensão). Ou seja, se ele opera limitando a passagem a 51V e a tensão do circuito nunca poderia ser maior do que 9V (que é a tensão fornecida pela fonte ou pela bateria), simplesmente sua função é irrelevante. Parece óbvio, e eu também tenho essa mesma questão na minha cabeça. No entanto outra minhoca fica azucrinando minhas ideias: Porra, será que um fabricante conceituado como a Suhr não sabe disso? Não é óbvio para ela? Só eu sou tão inteligente a ponto de ter reparado nisso? Pra mim a resposta é não. Deve ter alguma coisa que a Suhr descobriu e que não conta pra gente. Esse tal diodo tem alguma relevância, e nós é que não conseguimos saber qual é.
De tanto fuçar na internet, procurando um reles esquema original da Suhr, acabei me deparando com um blog de um japa, que postou um projeto que (acho) ele desenvolveu para o Riot, usando todos os componentes originais, inclusive a tal chave DPDT de seis polos on-on-on, o led azul e os zener de 51V.
Claro que me senti tentado - por que não dizer, desafiado - a montar o filho da puta e ver se o maldito led piscaria e a clipagem aconteceria como no pedal original.
Mas o japinha, não sei se de sacanagem, não publicou o layout para impressão da placa, apenas um layout mostrando as peças nos seus lugares e seus respectivos códigos. Lá fui eu para o photoshop para tentar reproduzir um layout para poder fazer a corrosão de uma placa. Fiz.
Encomendei os componentes e montei o tal pedal. E o bendito funcionou! De primeira! Clipou direitinho! O LED AZUL PISCOU!!! Carái, ele piscou!!!
Festa na floresta! A tribo feliz, e já apareceu um amigo que quer levar o pedal. Claro que vou vender pra ele. Depois faço outro pra mim. Esse nem esquentou a pedaleira e já vai embora... Chuif...
Internamente uma coisa me incomodava: a clipagem que o UPROAR se propunha a clonar, feita com um Led Azul, era estranha. O led nunca piscava quando acionado e o som não tinha muita diferença. Tá certo que ninguém até hoje conseguiu fazer um clone exato do Riot, porque a Suhr não revela seus segredos, e ele é construído usandoo uma placa sanduíche, o que impossibilita fazer uma cópia do projeto. Tampouco o esquemático está disponível. O que se sabe desse pedal é basicamente o que está visível na placa, como por exemplo, que ele usa os CIs 4580; que ele usa diodos de 51V, e outras coisinhas.
Daí há muitas discussões, principalmente apostando que o segredo do led azul piscante está justamente no uso dos diodos zener de 51V (ou 51Y) e de uma chave de alavanca para selecionar as clipagens do tipo DPDT on-on-on. No caso do projeto do UPROAR os diodos zener são os genéricos 1N914 e a chave de alavanca é do tipo SPDT on-off-on. Porém há os céticos que dizem que se o circuito é todo de 9V que sentido teria usar um diodo zener de 51V (lembrando que a função desse componente é regular o limite de passagem da tensão). Ou seja, se ele opera limitando a passagem a 51V e a tensão do circuito nunca poderia ser maior do que 9V (que é a tensão fornecida pela fonte ou pela bateria), simplesmente sua função é irrelevante. Parece óbvio, e eu também tenho essa mesma questão na minha cabeça. No entanto outra minhoca fica azucrinando minhas ideias: Porra, será que um fabricante conceituado como a Suhr não sabe disso? Não é óbvio para ela? Só eu sou tão inteligente a ponto de ter reparado nisso? Pra mim a resposta é não. Deve ter alguma coisa que a Suhr descobriu e que não conta pra gente. Esse tal diodo tem alguma relevância, e nós é que não conseguimos saber qual é.
De tanto fuçar na internet, procurando um reles esquema original da Suhr, acabei me deparando com um blog de um japa, que postou um projeto que (acho) ele desenvolveu para o Riot, usando todos os componentes originais, inclusive a tal chave DPDT de seis polos on-on-on, o led azul e os zener de 51V.
Claro que me senti tentado - por que não dizer, desafiado - a montar o filho da puta e ver se o maldito led piscaria e a clipagem aconteceria como no pedal original.
Mas o japinha, não sei se de sacanagem, não publicou o layout para impressão da placa, apenas um layout mostrando as peças nos seus lugares e seus respectivos códigos. Lá fui eu para o photoshop para tentar reproduzir um layout para poder fazer a corrosão de uma placa. Fiz.
Encomendei os componentes e montei o tal pedal. E o bendito funcionou! De primeira! Clipou direitinho! O LED AZUL PISCOU!!! Carái, ele piscou!!!
Festa na floresta! A tribo feliz, e já apareceu um amigo que quer levar o pedal. Claro que vou vender pra ele. Depois faço outro pra mim. Esse nem esquentou a pedaleira e já vai embora... Chuif...
O SR1319 com cara nova, na última versão que foi montada. A nova cor é uma referência ao pedal original que inspirou o 19,
sábado, 28 de setembro de 2013
YERASOV: DELAY RUSSO, CAMARADA!!!
Finalmente montei um pedal que eu estava namorando há um tempão. O Tiarley do Handmades fez o grande favor de rotear uma nova placa pra ele, porque a original era muito grande e não cabia nas nossas caixinhas Hammond. Por um triz não coube na Hammond média (a 1590B). Por causa do jack J10 que ele tem a mais, não deu pra colocar. Tive que partir pra 1590BB. Pena.
É um delay ótimo, muito bem filtrado, sem ruído mesmo nas repetições de maior duração. Ainda não "dei uma coça nele", para avaliar todo o potencial, mas já deu pra perceber que vai ganhar um lugar na minha pedaleira.
Aí vão umas fotos da parte de dentro dele:
Pode-se reparar que ele tem três jacks J10: um IN, um OUT e um OUT FX, uma novidade, que nada mais é do que uma saída específica apenas para o som da guitarra que é atrasado. Isto é, você toca a nota mas não escuta nada do que foi tocado, aí começa a tocar o efeito de delay - mas só ele, não há o mix com o som original da guitarra. O mix com o som original + o efeito do delay (que é o que todos os delays normalmente têm) é obtido na saída OUT. Pra que isso? Eu soube que serve pra gente ligar duas saídas ao mesmo tempo, de modo que tenhamos uma situação estereofônica, com o som mixado guitarra+efeito saia em uma caixa e apenas o som do efeito saia em outra. Deve ficar maneiro. Como não tenho duas caixas para testar, fica pra próxima essa avaliação.
A seguir as fotos do pedal por fora. Estou botando duas imagens de cada foto, sendo a primeira com parte da arte desfocada, para as pessoas que não gostam de ver xanas (nesse caso, feche um olho e olhe só para as fotos da esquerda). A outra está normal, com uma sequência de várias b****** (já que o efeito de delay é uma repetição, por que não estas???)



Quanto à montagem, para quem quiser se aventurar, tome bastante cuidado, porque a placa tem trilhas e ilhas bem pequenas e qualquer descuido pode botar tudo por água abaixo. Os componentes são fáceis de encontrar.
É um delay ótimo, muito bem filtrado, sem ruído mesmo nas repetições de maior duração. Ainda não "dei uma coça nele", para avaliar todo o potencial, mas já deu pra perceber que vai ganhar um lugar na minha pedaleira.
Aí vão umas fotos da parte de dentro dele:
Pode-se reparar que ele tem três jacks J10: um IN, um OUT e um OUT FX, uma novidade, que nada mais é do que uma saída específica apenas para o som da guitarra que é atrasado. Isto é, você toca a nota mas não escuta nada do que foi tocado, aí começa a tocar o efeito de delay - mas só ele, não há o mix com o som original da guitarra. O mix com o som original + o efeito do delay (que é o que todos os delays normalmente têm) é obtido na saída OUT. Pra que isso? Eu soube que serve pra gente ligar duas saídas ao mesmo tempo, de modo que tenhamos uma situação estereofônica, com o som mixado guitarra+efeito saia em uma caixa e apenas o som do efeito saia em outra. Deve ficar maneiro. Como não tenho duas caixas para testar, fica pra próxima essa avaliação.
A seguir as fotos do pedal por fora. Estou botando duas imagens de cada foto, sendo a primeira com parte da arte desfocada, para as pessoas que não gostam de ver xanas (nesse caso, feche um olho e olhe só para as fotos da esquerda). A outra está normal, com uma sequência de várias b****** (já que o efeito de delay é uma repetição, por que não estas???)
Quanto à montagem, para quem quiser se aventurar, tome bastante cuidado, porque a placa tem trilhas e ilhas bem pequenas e qualquer descuido pode botar tudo por água abaixo. Os componentes são fáceis de encontrar.
sábado, 21 de setembro de 2013
NOVO PROJETO: TRIX
Novo projeto, unindo num só pedal um booster, um overdrive e um delay. Ainda em fase de desenvolvimento.
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
UM MARSHALLIZER ÚNICO. ÚNICO MESMO!
Teve uma turma do Handmades (não vou citar os nomes porque posso esquecer alguém e fica chato), que desenvolveu durante mais de um ano um pedal que não é cópia de nenhum. É um pedal novo, com uma personalidade muito própria. Foi projetado a partir do pre-amp do Marshall e resultou num pedal de alto ganho, com uma resposta agressiva, mas que pode ser controlada até se tornar um drive inspirador para quem curte o rock na linha pop ou progressiva. Por ser sensível à pegada de quem toca, se timbrar direitinho é possível ter um efeito muito bonito também para um blues encorpado. Enfim, eles conseguiram um pedal realmente único: não é cópia de nenhum outro e com uma amplitude de timbre muito gostosa.
Provavelmente em função de seu alto ganho, quando usado "mais no talo" ele apresenta um leve hum, que fica mais evidente nas guitarras que usam captação single. Nada que atrapalhe, pois durante a música ele "desaparece".
Foi batizado pelos autores como HG1 - Hells Gain.
Outro motivo para ser chamado de "único", é que os autores mandaram produzir industrialmente algumas placas, que foram vendidas aos interessados no Handmades. Só que fizeram apenas 50 peças, e elas acabaram; e por sorte uma veio parar nas minhas mãos. Por que "por sorte"? Afinal, era só esperar pela próxima fornada e pronto. É que não vai ter nenhuma próxima fornada. Os caras não vão produzir mais nenhuma, e quem comprou, comprou; quem não comprou ficou só no desejo. E pior: não adianta tentar clonar, pois a placa é feita em duas camadas. Já era. Portanto nem me peçam pra fazer um igual. Sem chance, baby! Este é meu e ninguém tasca; não vendo, não empresto... Hehehehe...
Pelo menos eles liberaram o esquemático do pedal. Quem quiser se aventurar e rotear ele e criar um novo layout, fique à vontade; vai ser difícil de caber numa caixa média ou pequena. Se feita em duas camadas ele teve que ser posto numa caixa 1590BB, imagine feito numa camada só... Vai ficar gigante!.
Vou postar abaixo as fotos desta delícia. Eu usei uma arte chamada "Naked in Hell" (claro que é uma mulher pelada, pra não perder o estilo), que eu esqueci de anotar o nome do artista que pintou. I'm sorry! Se um dia um descobrir de novo eu dou o crédito.
A propósito, estes botões (knobs) não são os definitivos. É que eu não tinha seis iguais, então tive que dar uma "ajeitada" básica, para não ficar muito esquisito.
Provavelmente em função de seu alto ganho, quando usado "mais no talo" ele apresenta um leve hum, que fica mais evidente nas guitarras que usam captação single. Nada que atrapalhe, pois durante a música ele "desaparece".
Foi batizado pelos autores como HG1 - Hells Gain.
Outro motivo para ser chamado de "único", é que os autores mandaram produzir industrialmente algumas placas, que foram vendidas aos interessados no Handmades. Só que fizeram apenas 50 peças, e elas acabaram; e por sorte uma veio parar nas minhas mãos. Por que "por sorte"? Afinal, era só esperar pela próxima fornada e pronto. É que não vai ter nenhuma próxima fornada. Os caras não vão produzir mais nenhuma, e quem comprou, comprou; quem não comprou ficou só no desejo. E pior: não adianta tentar clonar, pois a placa é feita em duas camadas. Já era. Portanto nem me peçam pra fazer um igual. Sem chance, baby! Este é meu e ninguém tasca; não vendo, não empresto... Hehehehe...
Pelo menos eles liberaram o esquemático do pedal. Quem quiser se aventurar e rotear ele e criar um novo layout, fique à vontade; vai ser difícil de caber numa caixa média ou pequena. Se feita em duas camadas ele teve que ser posto numa caixa 1590BB, imagine feito numa camada só... Vai ficar gigante!.
Vou postar abaixo as fotos desta delícia. Eu usei uma arte chamada "Naked in Hell" (claro que é uma mulher pelada, pra não perder o estilo), que eu esqueci de anotar o nome do artista que pintou. I'm sorry! Se um dia um descobrir de novo eu dou o crédito.
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| Esta é para aqueles que não gostam de obcenidades. |
A propósito, estes botões (knobs) não são os definitivos. É que eu não tinha seis iguais, então tive que dar uma "ajeitada" básica, para não ficar muito esquisito.
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